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POLÊMICA, Endrick dá resposta chocante envolvendo Deus e pega todos de surpresa

Por Rafael Pereira

POLÊMICA, Endrick dá resposta chocante envolvendo Deus e pega todos de surpresa

Um trecho de entrevista de Endrick está viralizando e rendendo debates

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Em uma entrevista à revista Placar, o jovem atacante Endrick, de apenas 17 anos, causou polêmica ao expressar sua visão sobre o papel dos psicólogos no mundo do futebol. Endrick afirmou que "meus psicólogos são Deus e minha família", questionando a necessidade de buscar auxílio profissional em questões emocionais.

Essa visão menospreza o trabalho dos psicólogos, que são treinados para ajudar os atletas a lidar com questões emocionais de maneira imparcial e eficaz. A psicologia esportiva tem se mostrado cada vez mais importante no futebol de alto rendimento, auxiliando os jogadores a lidar com ansiedade, fobias e outros desafios mentais.

Embora Endrick seja jovem e possa ter se expressado de maneira desajeitada, sua declaração reflete um antigo preconceito dentro do meio do futebol em relação à psicologia. Muitos treinadores e dirigentes têm negligenciado o papel dos psicólogos no esporte, optando por abordagens baseadas apenas na religião e no apoio familiar.

No entanto, é importante reconhecer que a psicologia e a religião não são mutuamente exclusivas. Muitos jogadores encontram conforto e apoio em sua fé, enquanto também se beneficiam do acompanhamento profissional de psicólogos. A psicologia esportiva muitas vezes utiliza a fé como um estímulo para promover autoconfiança e autoconhecimento nos atletas.

Em última análise, as declarações de Endrick destacam a necessidade de educar os jovens atletas sobre a importância da psicologia para sua saúde mental e desempenho esportivo. Os adultos responsáveis pelo aconselhamento de Endrick devem orientá-lo sobre a complementaridade entre a religião e a psicologia, incentivando-o a buscar apoio profissional quando necessário.

Endrick sugere que não precisa de psicólogos, somente de Deus e sua família

Endrick sugeriu que a presença de Deus em sua vida era suficiente para lidar com questões emocionais, desconsiderando a abordagem profissional da psicologia.

Embora a declaração inicialmente pareça uma expressão da fé e do apoio familiar do jogador, ela levanta questionamentos sobre a validade e o respeito pelo trabalho dos psicólogos esportivos.


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